Três plataformas portuguesas publicam um retrato do valor à hora para trabalho elétrico e não concordam entre si — o que é, por si só, a informação mais útil desta página: isto é um mercado com uma amplitude enorme, não uma tabela.
Os valores à hora são os que as páginas de preços públicas relatam — uma indicação, não um orçamento. Fontes: Zaask, a página de eletricista em Lisboa do Fixando e o Taskrabbit para o valor/hora, e o Prummo para os trabalhos pequenos, consultadas em agosto de 2026. Onde nenhuma fonte publica um número — substituir um quadro inteiro, refazer a instalação — este site também não publica.
A distância entre uma média de €15 e um valor de €50 não é ruído. As três fontes estão a contar coisas diferentes, e perceber qual é qual evita comparar um orçamento com o número errado.
Uma média de plataforma é puxada para baixo por visitas curtas e simples marcadas por essa plataforma. É um retrato justo de meia hora de trabalho e um mau guia para uma manhã a seguir um circuito numa instalação sem etiquetas.
Uma plataforma internacional define um valor pensado para funcionar em vários países. Estabelece um piso; não descreve o que um eletricista com empresa própria cobra a um cliente que já conhece em Benfica.
A viagem e o primeiro diagnóstico são frequentemente cobrados, aconteça ou não a reparação. É prática corrente e nem sempre é dita à partida — pergunte se é descontada quando o trabalho avança, porque às vezes é.
Nenhuma é difícil e todas são mais baratas de fazer do que de descobrir. Quem vale a pena responde sem hesitar.
Os valores não são uniformes na área metropolitana. A linha de Cascais anda no topo dos intervalos publicados; a margem sul e a linha de Sintra ficam abaixo, mas o tempo de viagem volta a entrar na conta para quem tem de atravessar o rio ou a serra.
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Porque nenhuma fonte pública portuguesa publica um, e inventar um intervalo deixaria esta página mais útil à vista e menos verdadeira. O mesmo vale para refazer a instalação de um apartamento. Quando aparecer uma fonte, entra aqui com o nome dela.
Para um trabalho doméstico normal em Lisboa, algures no meio da amplitude publicada é uma hipótese razoável: as médias baixas refletem marcações curtas de plataforma e os valores mais altos refletem alguém que chega com equipamento de medição. Use qualquer deles como verificação de sanidade e não como orçamento.
Muda bastante, e é o fator que mais gente não antecipa. Uma instalação recente com circuitos identificados e terra trabalha-se depressa. Num apartamento dos anos 50 sem documentação nenhuma, um trabalho de uma hora passa a três — e as horas é que são caras, não o material.
Normalmente não. Perde o preço de profissional, assume a escolha dos componentes e oferece a quem trabalhou uma explicação fácil se alguma coisa falhar depois. A exceção é o material à vista — um candeeiro, uma placa de interruptor — onde o gosto é mesmo seu.
Para tudo acima de uma hora, sim, e pedi-lo não é falta de educação. Para uma deslocação pequena, muitos eletricistas dão o número por mensagem, o que serve perfeitamente — o que interessa é que exista algures onde o possa reler.
Os orçamentos aparecem com e sem IVA e ambos são normais, por isso a pergunta não é opcional. Para obras em habitação particular existem situações de taxa reduzida nas regras portuguesas do IVA; se a sua se enquadra é pergunta para quem emite a factura, e essa pessoa sabe.
Intervalos publicados servem para verificação. Envie uma imagem do quadro, da tomada ou do candeeiro em causa e alguém dá-lhe um número sobre o qual consegue mesmo decidir.
Descreva o trabalho e receba um preço de quem olhou para ele — gratuito e sem obrigação de aceitar.